Apenas você
Quando decidi sentar aqui nesse computador antigo e digitar sobre mim, pensei, que talvez não fosse sobre mim que eu quisesse realmente escrever. Confuso, não? Estava um lindo dia, daqueles que as nuvens se colorem com um tom cinza bem escuro, e o vento se torna mais gélido que o comum enquanto gotículas de água caem do céu alimentando o desejo de dormir, e eu só conseguia pensar em você, enquanto digitava e me esquentava com um bem recebido copo de café. Meu caro leitor, perdoe-me por não poder compartilhar com você de imediato algo sobre minha donzela e seus encantos que inspiram-me ao clássico romantismo, é que lá no fundo eu sou tímido, e como todo poeta, sei que tenho tendência a fantasiar grandes amores, então, digamos que hoje a rosa do meu perfume será você! Sim! por que não? Afinal de contas o que eu escrevo, ou melhor, escreverei daqui por diante será para vocês. Fico imaginando uma pessoa sentada do outro lado da tela, tentando imaginar os detalhes descritos por mim dessa segunda feira de chuva, talvez rindo ou se agoniando, depende de que sentimento essas meras palavras causaram em você. Pensando o que esse bobo poeta sentia enquanto digitava, e para ser sincero, eu tento te imaginar dedicando seu tempo precioso lendo minhas loucuras, fico me perguntando o que te levou a parar nesse blog tão comum entre outros, e acabo rindo ao perceber que pode ter sido por acidente, ou por ter muito carinho por mim, independe o seu motivo, o que realmente me importa é saber que estás aqui comigo! Meu caro leitor.

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